RHI F1RST
Ativo 79 RECURSOS Equipamentos

Cada máquina se vigia sozinha — e o laudo já nasce pronto

A identidade vem da etiqueta (lida por IA), o Programa da Máquina transforma o que o laudo exige em checagens do dia a dia, e o checklist do líder coleta a evidência — quando o laudo vence, o engenheiro só revisa e assina, sem levantamento de campo. O mesmo coletor alimenta a frota inteira: a não-conformidade abre a ordem de serviço, o abastecimento vira custo por km, a multa acha o condutor pelo turno e a Central de Ação cobra quem tem que agir — em 1 clique. Para guindaste e munck, o plano de içamento sai com veredito calculado e o Laudo de Içamento sob norma. Tudo somado num balanço patrimonial, com os laudos de terceiros reaproveitados.

ouça em 30 segundos

como funciona · o ciclo

Do achismo ao laudo pronto — um ciclo que se fecha sozinho.

Cada etapa entrega a próxima já pronta: a identidade puxa os parâmetros, o Programa vira checklist, e a evidência vira o laudo.

  1. 1
    Identidade pela etiqueta
    Foto da plaqueta → a IA lê fabricante, modelo, série e capacidade. Sem etiqueta, genérico com ressalvas.
  2. 2
    Parâmetros do laudo
    O que o laudo daquele modelo exige — a fonte de verdade que puxa tudo, de trás pra frente.
  3. 3
    Programa da Máquina
    A IA gera a receita de vigilância; o gestor edita; a IA revalida — infração vira ressalva, não trava.
  4. 4
    Atribuição a líderes
    Máquina + Programa → o líder responsável, com cobrança e preditivo por responsável.
  5. 5
    Checklist preditivo
    Evento → evidência (foto+QR+geo) → checagem condicional (tempo/km/horímetro) → a IA compara e prevê.
  6. 6
    Laudo montado sozinho
    A evidência acumulada vira o laudo; o RT revisa e assina (PAdES + QR público).
  7. 7
    Balanço patrimonial
    O parque como ativo: valor, vida útil e quanto se economiza com preditivo e laudos de 3º.
  8. 8
    Loop de renovação
    Perto de vencer, o Programa intensifica a coleta e o laudo de renovação já nasce pronto.

o que ele resolve

Da dor à virada.

O laudo vira levantamento de campo caro

O engenheiro visita, mede tudo do zero e cobra caro — uma vez por ano. Aqui o checklist diário do líder já coleta exatamente o que o laudo exige; quando vence, o RT só revisa e assina. Sem ir a campo.

Você só descobre o problema quando a máquina quebra

Cabo de aço rompendo, pneu trocado sem registro, desgaste acelerado — sem vigilância, vira parada e acidente. O checklist preditivo compara as fotos com IA, prevê a vida útil e alerta a troca-fantasma antes do prejuízo.

Laudo de máquina alugada se refaz do zero

Guindaste de terceiro chega e você paga um laudo novo, sem confiar no que veio. Aqui o laudo de 3º entra verificado por QR e é reaproveitado — no modelo emissora ↔ receptora.

A máquina é um custo invisível

Ninguém sabe o valor do parque, a vida útil real nem quanto se economiza cuidando. O balanço patrimonial coloca cada máquina como ativo — valor, laudo, vida útil e a economia do preditivo, somada.

A frota vive espalhada em planilha

Combustível numa planilha, pneu em outra, multa no e-mail, seguro na gaveta. Aqui tudo entra pelo mesmo coletor — o turno do líder — e sai como custo real por máquina: consumo com anomalia apontada, CPK do pneu, documento vencendo com aviso.

Manutenção que só apaga incêndio

Sem histórico, toda quebra é surpresa e toda OS nasce do zero. Aqui a não-conformidade do checklist abre a ordem de serviço sozinha, o diagnóstico guiado por IA pergunta como um mecânico — ancorado no manual do fabricante — e a preventiva avisa antes de vencer.

por dentro do sistema

Não é mockup. É o sistema.

A jornada real, tela a tela, na ordem em que ela acontece. Clique numa imagem para ver em alta.

Tela 01 — Reconhecimento por etiqueta: NR-12

tela 01

Reconhecimento por etiqueta

A foto da plaqueta é lida por IA (Vision): fabricante, modelo, nº de série, capacidade, ano e norma — o que está gravado na máquina, não achismo. Sem etiqueta, o registro nasce genérico e com mais ressalvas.

Fato, não estimativa
A IA extrai a identidade real da etiqueta e orienta onde fotografá-la
QR adesivo persistente
Cada máquina ganha o próprio QR colado — âncora de toda leitura de campo
Catálogo que cresce
Cada modelo lido alimenta o catálogo; o próximo do mesmo modelo reusa
Genérico = ressalva
Sem etiqueta, o Programa herda mais ressalvas e pede validação humana
Tela 02 — Parâmetros do laudo: NR-12

tela 02

Parâmetros do laudo

O catálogo do que o laudo daquele modelo exige — quais medições, quais evidências, periodicidade e validade legal. É a espinha que o checklist vai coletar, definida de trás pra frente.

A fonte de verdade
Por tipo de laudo × modelo: exatamente o que precisa ser provado
Curado pelo RT
A IA gera; o responsável técnico faz a curadoria e versiona
Puxa o checklist
Cada parâmetro do laudo vira uma checagem no Programa da Máquina
Tela 03 — Programa da Máquina: NR-12

tela 03

Programa da Máquina

A receita de vigilância que nenhum NR-12 de mercado tem: a IA transforma os parâmetros do laudo em gatilhos do dia a dia. O gestor edita; a IA revalida contra a norma — se algo infringe, vira ressalva visível, não trava.

A IA gera o template
Por categoria + fabricante + modelo, reusável — escala pra milhares de máquinas
O gestor edita
Adiciona ou remove itens do processo, com o histórico da máquina
Ressalva não trava
Infração à norma aparece e passa registrada — o RT decide, o sistema não bloqueia
Simulador "e-se"
Adiar uma troca? Ele mostra economia × risco × impacto no laudo em R$
Tela 04 — Atribuição a líderes: NR-12

tela 04

Atribuição a líderes

A máquina e o Programa vão para o líder responsável — um ou vários por máquina —, com cobrança do checklist e preditivo por responsável.

Responsável por máquina
Papel e vigência claros; suporta múltiplos líderes
Cobrança automática
O checklist pendente cobra o responsável certo
Preditivo por líder
O estado das máquinas rola por quem responde por elas
Tela 05 — Checklist preditivo: NR-12

tela 05

Checklist preditivo

A gramática do gatilho: um evento ("trocou o pneu") exige evidência na hora (foto + QR + geo) e agenda a próxima checagem sob condição (tempo, km, horímetro). A IA compara as fotos, prevê a vida útil e alerta a inconsistência.

Evidência com antifraude
Foto com QR, geo e EXIF; tempo mínimo por item — vistoria de verdade
Checagem condicional
"Rodou +3.000 km → foto daquele pneu": o sistema agenda sozinho
A IA compara
A nova foto contra a anterior — prevê a troca e a vida útil restante
Troca-fantasma
Peça mudou sem registro de troca? Alerta na hora
Tela 06 — Central de Ação — exceção-primeiro: NR-12

tela 06

Central de Ação — exceção-primeiro

A home do gestor não lista tudo: abre com o que exige decisão agora — risco de turno crítico, máquina interditada, laudo vencido, operando sem checklist — e cada cartão traz a ação recomendada. Logo abaixo, o radar preditivo (troca-fantasma, desgaste, recall cruzado com a etiqueta) e a saúde por categoria.

Cobrar em 1 clique
Líder sem checklist recebe a cobrança por WhatsApp do próprio cartão, com recibo
OS preventiva em 1 clique
Preventiva vencendo abre a ordem de serviço dali mesmo, sem trocar de tela
Vento × içamento
Previsão do tempo contra o limite da operação — a janela segura de içar
O que vence, antes
CNH/MOPP, licenciamento por final de placa, evidências e preventivas — antecipado

etapa 07

Liberação de máquina (LOTO)

Item crítico reprovado interdita a máquina na hora — e ela só volta pelo rito: reteste aprovado mais a ART do profissional habilitado. O gate cumpre a NR-12 (12.5.1/12.11) e a Lei 6.496/77; liberar sem prova não existe no sistema.

Bloqueio operacional
Reprovou item crítico, parou — sem depender de alguém lembrar de travar
Reteste + ART
A reativação exige o reteste OK e a ART registrada, com número e validade
O habilitado assina
Quem libera é RT/profissional habilitado, identificado — auditável depois
Tela 08 — Laudo NR-12: NR-12

tela 08

Laudo NR-12

O laudo é montado da evidência acumulada pelo checklist — a IA redige o rascunho a partir dos dados reais. O engenheiro não vai a campo: revisa e assina (PAdES A1/ICP-Brasil), com QR público de validação.

Montado da evidência
Troca, tempo, aviso, manutenção e vida útil prevista já estão lá
O RT assina (PAdES)
Assinatura ICP-Brasil; o laudo vale com o carimbo do responsável
Validável em público
QR e hash — o fiscal confere sem pedir nada a ninguém
Renovação pronta
Perto de vencer, a coleta intensifica; o próximo laudo já nasce pronto
Tela 09 — Laudos de terceiros: NR-12

tela 09

Laudos de terceiros

Máquina alugada chega com laudo de terceiro? Ele entra verificado por QR e é reaproveitado — no modelo emissora ↔ receptora. Você para de refazer laudo de equipamento que não é seu.

Recebe verificado
O laudo do fornecedor entra validado por QR, não por fé
Emissora ↔ receptora
Quem emite (inspetora/RT) e quem usa (a obra) na mesma plataforma
Poupa o laudo
Equipamento de 3º com laudo válido não paga laudo de novo
Tela 10 — Plano de Içamento com veredito: NR-12

tela 10

Plano de Içamento com veredito

Guindaste e munck saem do laudo estrutural para a operação de campo: o engenheiro informa a peça, o trajeto e a tabela de carga, e o sistema calcula o veredito determinístico — capacidade líquida (bruta − deduções) × carga no pior raio. APROVADO ou REPROVADO com a utilização em %; o RT confirma e assina o Laudo de Içamento (LC).

Veredito determinístico
Capacidade líquida × carga no pior raio do trajeto — utilização % e margem em kg, sem achismo
NR-10 e NR-35 na conta
DMA da rede elétrica e vento limite entram no cálculo — não são lembrete, são trava
Trajeto e entorno
Raio de pega e pouso, altura, fator dinâmico e a pressão por patola no solo
IA lê o ambiente
Da planta ou foto: rede aérea, arco de giro e circulação de pessoas viram a APR
Tela 11 — Apreciação de Risco (NBR 16324 · ISO 12100): NR-12

tela 11

Apreciação de Risco (NBR 16324 · ISO 12100)

Antes do laudo, a apreciação de risco por máquina: a IA propõe os perigos a partir do modelo e do uso, o RT valida, e cada risco vira um item do Programa (checagem) e um parâmetro do laudo — com a categoria de segurança (ISO 13849), a medida de proteção e o dispositivo. Fecha o ciclo risco → checklist → laudo.

Perigo → medida → dispositivo
Queda de carga içada (NBR 16324), esmagamento no giro, tombamento, ruptura de cabo — cada um com severidade e proteção
A IA propõe, o RT valida
A apreciação nasce do modelo + uso; o responsável técnico confirma e versiona
Risco vira checklist e laudo
Cada risco vira item do Programa e parâmetro do laudo — pendência vira ressalva na prontidão
Categoria de segurança
ISO 12100/13849, o LMI, o cabo de aço (ISO 4309) e o Anti-two-block entram na conta
Tela 12 — Dossiê forense — a prova pró-empresa: NR-12

tela 12

Dossiê forense — a prova pró-empresa

No dia do acidente ou da fiscalização, um clique gera o dossiê completo da máquina: identidade, laudos, os 148 checklists, a apreciação de risco, os operadores habilitados, os planos de içamento e as ocorrências — num pacote A4 assinado, com selo SHA-256 global (tamper-evident) e protocolo. Reusa o mesmo dossiê de defesa do SST, agora por máquina.

Tudo que a máquina viveu
Quem operou, checklists, evidências, laudos, apreciação e içamentos num pacote só
Selo SHA-256 global
O hash muda se qualquer evidência-fonte mudar e permanece igual enquanto nada muda — tamper-evident
A4 com protocolo
Prova pró-empresa pronta para a auditoria, a perícia ou a CPI — sem caça ao papel
Tela 13 — Laudo estruturado — puxado do checklist diário: NR-12

tela 13

Laudo estruturado — puxado do checklist diário

O laudo LIM montado item a item, por grupos (estrutura e lança, cabos e moitão): cada item conforme/não conforme com foto, medição e observação, e a cobertura (14/18) visível. A prontidão cobra o que falta — ART aplicada (número, validade) e o teste de carga (raio × peso × altura) — e o que o checklist diário já respondeu entra sozinho, sem redigitar.

Item a item, com prova
Conforme/não conforme + foto + medição; item crítico reprovado (7 fios rompidos no cabo) trava
Puxa do checklist diário
O que o líder já respondeu no dia a dia preenche o laudo — sem levantamento de campo
ART + teste de carga
Número e validade da ART e os pontos do teste de carga aprovados entram na prontidão
Tela 14 — Painel Frota — o cockpit: NR-12

tela 14

Painel Frota — o cockpit

O que o campo coleta (turno, parte diária, abastecimento) virando indicador: disponibilidade, MTBF e MTTR de 30 dias, custo de combustível, multas em aberto, documentos e seguros a vencer — a frota inteira numa tela, sem digitação.

Disponibilidade real
MTBF e MTTR calculados das ordens de serviço — não de estimativa
Combustível com anomalia
Consumo por máquina; o desvio do padrão aparece sozinho
Vencimentos críticos
CRLV, apólice, licenciamento — o cron avisa antes de vencer
Tela 15 — Da não-conformidade à OS: NR-12

tela 15

Da não-conformidade à OS

O elo que fecha o ciclo: o item reprovado no checklist abre a ordem de serviço, a preventiva agenda pela leitura real (horímetro/km) e o custo de cada reparo fica na história da máquina — alimentando MTBF, MTTR e o valor do ativo.

Fila de OS viva
Abertas, vencidas, em execução — com a origem rastreada até o checklist
Preventiva pela leitura
Horímetro e km reais agendam; vencida vira cartão na Central de Ação
Custo por máquina
Peça + serviço por OS — o custo real entra no balanço do ativo
Tela 16 — Diagnóstico guiado, ancorado no manual: NR-12

tela 16

Diagnóstico guiado, ancorado no manual

Descreva o problema e a IA pergunta como um mecânico experiente: sintoma → causa → peça, fundamentada no manual do fabricante, no histórico da máquina e no preditivo. No fim, abre a OS já com a suspeita e a peça sugerida.

Funil sintoma→causa
Perguntas dirigidas, não formulário — cada resposta poda o diagnóstico
Manual como fonte
A resposta cita o manual do fabricante — não opinião solta de chat
Termina em OS
A conclusão abre a ordem com causa provável e peça — sem redigitar
Tela 17 — Score & Valor do Ativo — compliance vira dinheiro: NR-12

tela 17

Score & Valor do Ativo — compliance vira dinheiro

A trilha de laudos + preditivo vira um score de saúde auditável (0–100) que atualiza a cada evidência. Máquina com histórico verificável é menos arriscada: a seguradora cobra menos (−18%), o comprador paga mais (+12% de revenda) e o banco aceita como garantia. O passaporte de revenda por QR entrega todo o histórico ao comprador — sem depender da sua palavra.

Score auditável 0–100
Laudo válido (40%) + preditivo/evidências (30%) + zero fraude (20%) + manutenção no prazo (10%) — nada estimado
Seguro e crédito
Histórico verificável reduz o prêmio e serve de garantia bancária — o compliance vira ativo financeiro
Passaporte de revenda (QR)
O comprador escaneia e recebe laudos, evidências, trocas e vida útil — a máquina vende mais rápido e mais caro
Tela 18 — Benchmark anônimo por CNAE — o efeito rede: NR-12

tela 18

Benchmark anônimo por CNAE — o efeito rede

Como as suas máquinas se comparam com equipamentos iguais do seu setor, 100% anônimo (k-anonimato, piso de 5 empresas). Você vê a média do CNAE e o top 10%, e sabe exatamente onde ganha e onde perde. Quanto mais empresas usam, mais forte fica — o moat de dados que nenhum concorrente replica.

Anônimo por desenho
k-anonimato com piso de 5 empresas — você vê o setor, ninguém identifica ninguém
Você × setor × top 10%
Conformidade NR-12, custo de manutenção R$/h, idade das checagens e disponibilidade — onde melhorar
Efeito rede
Cada empresa que entra fortalece o benchmark — o dado do setor vira vantagem coletiva
O parque de máquinas como ativo — com a economia somada. — NR-12

PATRIMÔNIO · ONDE A EMPRESA ECONOMIZA

O parque de máquinas como ativo — com a economia somada.

O balanço patrimonial mostra cada equipamento como ativo: valor, vida útil, situação de laudo e quanto se economiza cuidando. O preditivo estende a vida útil (adia a troca, evita a parada), os laudos de terceiros verificados evitam refazer laudo de alugado, e as multas NR-12 deixam de acontecer. Tudo somado, com o calendário de custo de laudo — que cai porque a renovação já nasce da evidência.

Economia com preditivo
Troca adiada e parada evitada, em R$ nos últimos 12 meses
Laudos de 3º reaproveitados
Equipamento alugado com laudo válido não paga laudo de novo
Multas NR-12 evitadas
O laudo em dia e a evidência pronta blindam a fiscalização
Cada peça crítica com história — da instalação à remoção. — NR-12

PEÇA RASTREÁVEL · ANTIFRAUDE

Cada peça crítica com história — da instalação à remoção.

A peça vira entidade rastreável: instalação → uso → remoção, com a nota fiscal lida por foto (OCR). O checklist compara as fotos e detecta a troca-fantasma — peça que mudou sem registro. O antifraude do campo (tempo mínimo, foto com geo e EXIF) garante que a vistoria foi real, e é dela que o laudo se monta.

Peça com história
Instalação, uso e remoção rastreados, com NF lida por OCR
Troca-fantasma detectada
Peça mudou sem registro de troca? O sistema aponta
Vistoria comprovada
Tempo mínimo + foto com geo/EXIF — não dá pra "clicar sem olhar"
Do load chart do fabricante ao laudo de içamento — com veredito. — NR-12

IÇAMENTO · ENGENHARIA DE CARGA SOB NORMA

Do load chart do fabricante ao laudo de içamento — com veredito.

A tabela de carga (moitão × raio × capacidade) é cadastrada uma vez — ou lida do manual do fabricante por OCR/IA, que propõe a matriz para o RT revisar. A partir dela, cada lingada vira um plano de içamento com veredito determinístico, e o Laudo de Içamento (LC) nasce distinto do laudo NR-12 estrutural: sob NBR 16324 (apreciação de risco da carga içada) e NBR ISO 4309 (inspeção do cabo de aço), com o limitador de momento de carga (LMI) como item crítico. A IA ainda lê a planta ou a foto do local e propõe os riscos do entorno — rede elétrica, arco de giro, circulação de pessoas — que entram na APR antes da assinatura.

Load Chart por configuração
Matriz raio×capacidade por moitão/lança; a IA extrai do PDF do fabricante para o RT revisar
Laudo de Içamento (LC)
Distinto do estrutural, emitido quando a matriz está pronta — assinado com QR público
NBR 16324 + ISO 4309 + LMI
Apreciação Categoria 3, cabo de aço inspecionado e o limitador de momento no checklist
A máquina não vive só de laudo — ela custa por hora e por km. — NR-12

FROTA & MANUTENÇÃO · O CUSTO REAL

A máquina não vive só de laudo — ela custa por hora e por km.

O mesmo coletor do laudo alimenta a operação: o abastecimento registrado no app (do tanque próprio ou do comboio) vira consumo com anomalia apontada; o pneu é um ativo com série e DOT — instalação, rodízio, calibragem, sulco medido e a troca prevista por regressão; o estoque de peças tem kardex valorado; e os documentos do ativo (CRLV, CIV/CIPP/AET, apólice, ART) vencem avisando. Tudo por máquina, tudo saindo do turno — nada de planilha paralela.

Tanques & comboio
Entrada, saída e transferência com saldo que nunca fica negativo — e o custo por km na tela
Pneu como ativo
Série/fogo, sulco medido no campo e a troca prevista por regressão — custo por km de cada pneu
Kardex de peças
Custo médio móvel, ajuste de inventário com motivo de lista fechada e quem confere ≠ quem lança
O que acontece fora do pátio também entra no sistema. — NR-12

ESTRADA · VIAGEM, MULTA E FRETE

O que acontece fora do pátio também entra no sistema.

A viagem sai com adiantamento e volta com acerto conferido a quatro olhos; a portaria registra quem saiu, com qual medidor e condutor; a multa chega e o condutor é apontado pelo turno — com o prazo de defesa vigiado pelo cron; o sinistro com vítima abre a CAT na regra certa; o seguro avisa a renovação; a locação mede o boletim e o frete roda com contratos, ordens e agenda — com poka-yoke no motor: produto incompatível nem aparece no seletor.

Acerto a quatro olhos
Adiantamento → despesas comprovadas → acerto imutável, com conferente ≠ fechador
Multa acha o condutor
O turno aberto diz quem dirigia — defesa com zona de prazo e alerta automático
Frete com poka-yoke
Contratos, ordens e agenda vivos — volume limitado pela arqueação, janela mínima = agora

o app do colaborador · pwa

No bolso do líder de campo

O líder e o operador fazem tudo pelo celular: escaneiam o QR da máquina no início do turno (com a aptidão validada), rodam o checklist — rápido no caminho feliz, aprofundando só quando há sinal —, registram a troca de peça, o abastecimento e a parte diária ao fechar o turno, e abrem OS na hora em que a máquina reclama. No içamento crítico, o Permit-to-Lift trava a manobra até o supervisor escanear a liberação. Cada foto carrega QR, geolocalização e EXIF: a vistoria é real, e é dela que o laudo se monta.

CHECK-IN POR QR CHECKLIST DO TURNO PARTE DIÁRIA ABASTECIMENTO PERMIT-TO-LIFT
Início do turno: escaneia o QR da máquina, com a aptidão validada
Checklist do turno — rápido; só aprofunda quando há sinal
A foto que o gatilho pede, com QR, geo e EXIF (antifraude)

tudo que ele faz

A lista completa.

79 RECURSOS ATIVOS
  • ● Check-in por QR no início do turno, com autenticação de aptidão (habilitação + ASO + treino) vinda do Tempo & Afastamento
  • ● Checklist NR-12 dinâmico (OK/Atenção/Crítico + foto + voz); item crítico bloqueia a operação e gera ocorrência
  • ● Antifraude anti-"clicar sem olhar": tempo mínimo por item + GPS, giroscópio e EXIF viram índice de confiabilidade
  • ● Balanço patrimonial e controle de laudos: cada equipamento com laudo, validade, valor e responsável — a empresa economiza com o preditivo e deixa de depender de laudo de terceiro caro
  • ● Emissora ↔ Receptora: a inspetora ou o RT emite o laudo; a empresa que usa ou aluga a máquina consome e valida — tudo rastreável por QR
  • ● Peça rastreável e nota fiscal por OCR: instalação → uso → remoção de cada peça crítica, com a NF lida por foto
  • ● Preditivo por equipamento e responsável; 8 categorias como entidade de 1ª classe (prensa, torno, ponte rolante, guindaste, munck, balancim, cesto, linha de vida…)
  • ● Plano de içamento com veredito determinístico: capacidade líquida (bruta − deduções) × carga no pior raio → APROVADO/REPROVADO com utilização %, com a DMA da rede (NR-10) e o vento limite (NR-35) entrando no cálculo, não como lembrete
  • ● Load Chart por moitão/lança (matriz raio×capacidade) extraída do manual do fabricante por OCR/IA; Laudo de Içamento (LC) distinto do estrutural, sob NBR 16324 e NBR ISO 4309, com o limitador de momento de carga (LMI) como item crítico
  • ● Liberação de máquina em bloqueio operacional (LOTO): item crítico interdita na hora e a reativação exige reteste aprovado + ART do profissional habilitado (NR-12 12.5.1/12.11 · Lei 6.496/77)
  • ● Central de Ação exceção-primeiro no painel: risco de turno, interditadas, laudos vencidos e checklists não feitos — cada cartão com a ação recomendada, do cobrar o líder por WhatsApp ao abrir a OS preventiva, em 1 clique
  • ● Frota & Manutenção: ordens de serviço com MTBF/MTTR, diagnóstico guiado por IA ancorado no manual do fabricante, combustível e tanques, pneus com previsão de troca por regressão de sulco, documentos do ativo e estoque de peças com kardex
  • ● Estrada sem papelada: viagens com adiantamento e acerto, portaria de veículo, multas com condutor apontado pelo turno, sinistros que abrem CAT, seguros com renovação avisada, locação com boletim e frete com contratos, ordens e agenda
  • ● Vigilância que antecipa: vento × içamento (previsão do tempo contra o limite da operação), CNH/MOPP e licenciamento a vencer, padrões reincidentes e fila de risco Probabilidade × Severidade
0
levantamento de campo
30+
telas de gestor
13
telas no app de campo
QR
laudo validável em público

NR-12

Traga uma máquina crítica da sua operação. Em 30 minutos você vê a etiqueta virar identidade, o Programa da Máquina nascer, o checklist do turno abrir OS sozinho e o laudo se montando da evidência — sem levantamento de campo.